A pergunta aparece sempre que uma máquina começa a parar demais: vale modernizar ou é hora de trocar? A resposta depende menos da idade do equipamento e mais do estado da base mecânica.

O critério que mais pesa: a estrutura mecânica

Se a base, as guias, os fusos e a estrutura estão sadios, o retrofit costuma fazer sentido. Máquina antiga bem construída frequentemente tem estrutura melhor do que equivalente novo de entrada. O que envelhece mal é o comando: CLP fora de linha, IHM sem peça de reposição, drive descontinuado.

Quando o retrofit não compensa

Os números que importam

Compare o investimento do retrofit com o da máquina nova, mas inclua no cálculo o que costuma ficar de fora: tempo de parada para instalação, obra civil, treinamento da equipe, adequação à NR-12 (a máquina nova já vem adequada; a antiga precisa ser adequada no retrofit) e o custo atual de manutenção corretiva e parada não programada.

O ganho invisível: peças disponíveis

Boa parte do valor do retrofit não está na produtividade e sim na previsibilidade. Sair de um drive descontinuado para um componente de linha atual significa reposição em dias, e não em semanas de garimpo.

Retrofit é a hora de adequar à norma

Como o comando será refeito, é o momento natural para implementar o circuito de segurança conforme a NR-12. Fazer depois custa mais e exige nova parada.

A FortecMG avalia o equipamento e apresenta os dois cenários com números. Conheça o serviço de retrofitting de máquinas.

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